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Direito Previdenciário · Campinas e regiãoO BPC não exige contribuição ao INSS. Exige requisitos que precisam ser demonstrados com cuidado — e é aí que a maioria dos pedidos é negada.
Famílias que cuidam de uma criança autista, de um filho com deficiência ou de um idoso sem renda vivem no limite: remédio, terapia, transporte, alguém que precisa parar de trabalhar para cuidar.
O pedido de BPC é feito, e vem a negativa por renda per capita, por CadÚnico desatualizado ou porque a perícia não reconheceu a deficiência como impedimento de longo prazo. A sensação é de porta fechada.
Verificamos requisito por requisito: idade ou deficiência, composição do grupo familiar, renda por pessoa e situação do CadÚnico. Muitos indeferimentos caem apenas com a correção do cadastro e a apresentação correta das despesas.
Na análise de renda, gastos com saúde, medicamentos e cuidados que consomem o orçamento da família podem ser deduzidos, e o critério de 1/4 do salário mínimo por pessoa vem sendo flexibilizado pelos tribunais em situações de vulnerabilidade comprovada.
Não se preocupe se faltar algum item da lista: boa parte pode ser obtida depois, e orientamos como conseguir cada um.
Não automaticamente. O que se avalia é a renda dividida pelo número de moradores, com possibilidade de descontar gastos essenciais de saúde comprovados.
Vale analisar. Muitas negativas se apoiam em avaliação incompleta, e laudos médicos, relatórios de terapia e documentos da escola costumam ser decisivos.
Não. Por ser benefício assistencial, e não previdenciário, o BPC não gera 13º nem pensão por morte aos dependentes.
Conte o que aconteceu e receba uma orientação clara sobre os caminhos possíveis, sem compromisso e com total sigilo.