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Direito Previdenciário · Campinas e regiãoAnalisamos seu CNIS, encontramos períodos que faltam e comparamos as regras de transição para mostrar qual caminho paga mais no seu caso.
Depois da Reforma da Previdência, pedir a aposentadoria virou um jogo de regras: pontos, idade mínima progressiva, pedágio de 50%, pedágio de 100%. Cada uma leva a um valor e a uma data distintos.
Quem entra no site do INSS e clica em "pedir benefício" sem análise prévia corre um risco concreto: receber, pelo resto da vida, um valor menor do que teria direito — ou levar um indeferimento por período não computado.
Fazemos a leitura completa do seu CNIS em busca de vínculos ausentes, salários registrados a menor, períodos como autônomo, trabalho rural, tempo especial com exposição a agentes nocivos e contribuições em atraso que ainda podem ser regularizadas.
Com esse histórico corrigido, simulamos as regras de transição aplicáveis ao seu caso e apresentamos o comparativo: quanto você receberia hoje, quanto receberia esperando, e qual o custo real dessa espera. A decisão fica com você, com números na mão.
Não se preocupe se faltar algum item da lista: boa parte pode ser obtida depois, e orientamos como conseguir cada um.
Só o cálculo comparativo responde. Em muitos casos, alguns meses a mais de contribuição elevam o valor de forma permanente; em outros, esperar não compensa.
Sim. Períodos ausentes do CNIS podem ser comprovados com carteira de trabalho, documentos da empresa, testemunhas e, quando necessário, ação judicial.
Depende da época e da categoria. Algumas contribuições em atraso podem ser recolhidas e computadas; outras, não. A análise do histórico esclarece essa situação.
Conte o que aconteceu e receba uma orientação clara sobre os caminhos possíveis, sem compromisso e com total sigilo.